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16 anos de campanha, Assuma essa luta!


Nesses 16 anos de Campanha, o período dos 16 dias de ativismo - 25 de novembro a 10 de dezembro - tem sido utilizado, no mundo todo, por pessoas e grupos comprometidos com a eliminação de todas as formas de violência contra as mulheres, como importante estratégia para promover a sensibilização em âmbito local, regional, nacional e internacional sobre a violência baseada no gênero como uma violação de direitos humanos.

Adotar a Campanha e assumir a luta é fácil e é uma atitude importante para mostrar que essa é uma batalha de todas as pessoas. Diversas ações podem ser feitas para divulgar a Campanha no País. Elas podem ser realizadas por qualquer pessoa, independentemente de fazer parte de alguma instituição que trabalhe de forma direta com a Campanha ou de estar em um espaço público de poder. Confira algumas idéias de como fazer parte da Campanha e assumir a luta pelo fim da violência contra as mulheres no cotidiano:

 

Divulgar a mobilização e os materiais da Campanha em seu círculo social (amigas/os, colegas de trabalho, vizinhas/os, associações de bairro, clubes etc.).
Circular com a camiseta da Campanha em locais públicos.
Adotar como sua assinatura eletrônica o slogan da Campanha: Uma vida sem violência é um direito das mulheres!
Pressionar os governos e os tribunais de justiça dos estados a implementarem a Lei Maria da Penha em sua integralidade.
Divulgar dados e estatísticas sobre o tema da violência contra as mulheres na comunicação interna de sua empresa (boletins eletrônicos e impressos e jornal mural), lembrando das cinco datas marcos da Campanha no Brasil bem como das datas do calendário político feminista.
Organizar mostras de filmes, seguidas de discussão sobre a temática da violência contra as mulheres.
Promover oficinas, debates e grupos de estudo sobre violência contra as mulheres na sua comunidade e no local de trabalho, partindo dos materiais teóricos da campanha (folheto, spots, VTs), discutir o conceito de gênero, as diversas formas de violência e temas específicos como o assédio moral e sexual, dentre outros.
Divulgar mecanismos de denúncia da violência contra as mulheres: Disque 180 e delegacias.
Estimular a criação de grupos de incentivo à denúncia.
Estimular a criação de grupos de apoio às mulheres vitimizadas.
Estimular a criação dos serviços de amparo às vítimas de violência (casa abrigo, centro de referência).
Produzir textos, peças de teatro amador e apresentações culturais sobre a temática.
Promover atos e manifestações públicas de combate à violência contra as mulheres.
Fortalecer o trabalho local existente relacionado ao combate à violência contra as mulheres.
Estabelecer um elo entre o trabalho local, nacional e internacional na temática.
  • Promover fóruns entre as instituições que podem desenvolver e participar de novas estratégias de ação pelo fim da violência contra as mulheres.
Demonstrar solidariedade às mulheres organizadas ao redor do mundo em um trabalho de promoção da não-violência.
Criar instrumentos para persuadir os governos a implementar políticas públicas com o objetivo de abolir a violência contra as mulheres.

 

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