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Participar da Campanha foi...

 

Dedicamos este espaço a todos que participaram da Campanha e ajudaram a fortalecer ainda mais a luta pelo fim da violência contra as mulheres.
A contribuição de cada um, através de depoimentos, é o reconhecimento da importância do tema.
Veja o que dizem os parceiros, colaboradores e atores da 16ª edição da Campanha 16 dias de Ativismo pelo fim da Violência contra as Mulheres:

 

"Não foi simples nem fácil como cidadão falar na primeira pessoa o texto que me foi enviado para ser lido na Campanha pelo fim da violência contra as mulheres. Imagine o quanto deve ser difícil pra elas que enfrentam de fato essa violência no seu dia-a-dia".
Chico César (cantor e compositor)
 

"Aceitei de primeira participar como voluntária da campanha para o fim da violência contra a mulher. Todas as vezes que gravei meu depoimento tive vontade de chorar, me emocionei muito. A causa é justa e merece atenção. Espero que todas as mulheres que aceitaram a violência passivamente um dia, se conscientizem de que não podem sofrer caladas."
Maria Clara Gueiros (atriz)
 

“Meninas,
Mais uma vez foi muito interessante participar da Campanha. Este ano conseguimos ampliar nossa parceria e envolvemos além da Universidade Federal da Bahia, a Universidade do Estado da Bahia-UNEB, a Superintendência de Políticas para Mulheres da Prefeitura de Salvador e as Secretarias de Políticas para Mulheres dos Municípios de Lauro de Freitas e de Camaçari.
 

Dessa parceria resultou a impressão de mais de 3000 cartazes que foram amplamente distribuído no interior do Estado, a colocação de busdoor em cerca de 60 ônibus que circularam por quase toda a região metropolitana e 04 outdoor em Salvador, além de distribuirmos os CD para um número significativo de rádios comunitárias da capital e interior.
 

Podemos certamente afirmar que a campanha foi um sucesso. As pessoas já identificam a marca e buscam integrar-se as atividades que acontecem na cidade.
 

Acreditamos que daqui para frente só temos que seguir ampliando e envolvendo mais pessoas. Nossa experiência é um exemplo para outras cidades. Nós também somos responsáveis por divulgar e realizar a campanha. Parabéns!”
Ana Alice Costa
Coord. da Campanha no NEIM/UFBa

 

 

 

“Parabenizando a organização da Campanha de 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulheres e desculpas pelo atraso, nós da ABL respondemos sobre os eventos que participamos ligados a Campanha.

No dia 24 de novembro, fizemos a distribuição do material da campanha além do nosso próprio material na supervia da Central do Brasil.
 

No dia 30 de novembro, aconteceu uma reunião pública na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro cujo tema era a violência contra as mulheres e nós no fizemos presentes com cartazes e mais material para distribuição.
 

Dia 6/12, sem ter um número suficiente de laços brancos, todos os homens de alguma forma ligados a ABL e ao Centro de Referência Contra a Violência e Discriminação ao Homossexual, pregaram os pins do laço branco na suas roupas. Sempre quando perguntados sobre o significado da campanha, explicavam sobre a campanha.
 

No dia 7/12, a coordenadora do CERCONVIDH, Yone Lindgren, deu uma palestra na Academia de Polícia do Rio de Janeiro sobre Segurança Pública e Homofobia, no qual ela tocou no tema da violência contra a mulher, especialmente a mulher lésbica, falando sobre a Campanha dos 16 dias.

 
Reconhecemos a Campanha dos 16 dias como uma ótima ferramenta na luta pelo fim da violência contra mulheres. E entendemos a dificuldade de se estruturar uma campanha desse tipo em âmbito nacional. No entanto, ficamos tristes ao perceber que a pequena quantidade recebida. Apesar dessa adversidade, nós mesmos produzimos um flyer com material retirado do site da campanha. Infelizmente, a qualidade desse material não pôde ser de igual qualidade aos fornecido por vocês. Dessa forma, propomos que, em caso de não ter material de qualidade em número suficiente para todos os parceiros da campanha, se libere as artes alguns meses antes, para que nós mesmos possamos produzir material na qualidade que a campanha merece. Além disso, essa antecedência é uma forma para que possamos negociar com gráficas e produzir esse material com um custo que todos possam pagar.
 

Apesar desses contratempos que prejudicam nossa participação na campanha, anunciamos que vamos tomar as providências necessárias para formar uma nova parceria, dessa vez com a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT). Vemos nessa parceria uma forma de ampliar ainda mais o alcance dessa campanha, afinal a ABGLT possui 202 grupos filiados em todo o Brasil.”
Yone Lindgren - Coordenação Geral
CERCONVIDH - DDH/RJ

 

 

 

“Queridas,
Senti que este ano teve muito mais visibilidade a campanha do que nos anos anteriores. Não falo somente de mídia, mas também das estratégias de comunicação utilizadas. Dentro da Universidade senti que o tema voltou a pauta. O jornal Campus (laboratório do curso de jornalismo da Unb) pautou a campanha com matéria de capa sobre violência contra mulheres. Vocês estão de parabéns e podem contar sempre comigo. Saudações feministas.”
 
Tânia Montoro.
Coordenadora do projeto Violência e Mídia do Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre a Mulher – NEPeM - UnB

“Foi de grande importância para nós da Igreja Apostólica Fonte da Vida participar da Campanha 16 dias pelo fim da violência contra a mulher.
 
Através de palestras, seminários e chás realizados em vários templos de nossas igrejas no Brasil e no Exterior, com a participação de muitas mulheres, percebemos uma maior conscientização e novos posicionamentos em relação ao problema da violência contra a mulher. Certamente as participantes de cada evento estão sendo agentes de mudanças significativas em suas diferentes áreas de ação.
 

Parabenizamos aos movimentos de mulheres, a Organização das Nações Unidas - ONU e principalmente a Agende pela articulação e realização da campanha no Brasil  e pela ousadia de convocar entidades representativas diversas e formadoras de opinião, para uma causa de tamanha importância, mas nem sempre lembrada. Contem conosco, sempre, em defesa do ser humano.”
 

Bispa Cássia Helena
Vice-presidente da Igreja Apostólica Fonte da Vida e coordenadora do Ministério no Distrito Federal
www.fontedavida.com.br

 

 

 

“Queridas amigas da Agende,

Pra mim foi um prazer imenso participar da Campanha 16 de Ativismo pelo fim da Violência contra as Mulheres.  Eu e toda a minha equipe de Radioteatro ficamos emocionados quando gravamos as histórias falando sobre a Lei Maria da Penha. E a emoção que nos dominou foi a mesma que  dominou os nossos ouvintes e colegas de trabalho.  Mas a luta continua, pois temos que fazer a nossa parte a cada dia.  Agradeço a todos pela oportunidade e estarei sempre aqui para o que der e vier. Abraços.”
Artemisa Azevedo
Produtora Executiva da Rádio Nacional da Amazônia, emissora Radiobrás.
Produtora dos Radioclipes sobre a Lei Maria da Penha. 

 

 

 

"A violência, fere o direito humano da igualdade, da justiça, da dignidade! “
ator Paulo Goulart 

 

 

 

“Olá, Colegas!
 

Venho através desta agradecer a vocês pelo envio das camisas, que foi de grande valia para toda a equipe da nossa Casa Abrigo de Juiz de Fora porque no sábado - dia 09 - tivemos uma atividade de encerramento com novamente panfletagem pelo centro da cidade e todas nós a usamos. Obrigada pela atenção dispensada e aproveitando a ocasião gostaríamos de saber como fazer a assinatura do Correio das Mulheres. Abraços e boas festas para todas.” 
Maria Cristina Mariquito Salomão

 

 

“Prezadas Colegas e amigas da AGENDE,

Sobre a Campanha dos 16 dias promovida pela AGENDE, GOSTARIA DE ME MANIFESTAR DIZENDO:
1. Inicialmente, parabenizá-las pelo enorme esforço e pelo imenso trabalho que desenvolveram para levar a bom termo essa Campanha;
2. Considero que a repercussão na mídia foi mais intensa, não apenas  pela quantidade de "vozes" e de "imagens" que apareceram, mas sobretudo pela diversidade das falas, das interpretações, e das instituições que participaram. Teve repercussão extremamente positiva;
3. Tivemos um fato " coincidente" que foi a Lei Maria da Penha que fomentou muito os debates e a curiosidade da imprensa, repercutindo em  uma abertura para discussão por parte de algumas instituições do judiciário, o que é notável;
4.Acho que essa Campanha já faz parte do calendário da AGENDE, cuja associação se naturalizou. Isso é muito positivo porque a AGENDE passa a ser uma instituição de referencia;
5. Tudo indica que, a população em geral, está mais atenta a  questão da violência contra a mulher, está se ouvindo falar mais no assunto, nos espaços públicos. Isso é muito positivo. Só me resta desejar a todas muito BOAS FESTAS E ATÉ BREVE. Abraços,”

Lourdes Bandeira

Socióloga. Membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher (NEPeM/UnB) e diretora do Instituto de Ciências Sociais da UnB

 

“Apesar de ser uma campanha contra a violência, confesso que fiquei muito feliz quando recebi o material. Me deu um orgulho danado ver a Valquíria com outras mulheres de outras profissões.
 

Sempre tivemos muitas dificuldades com o movimento de mulheres que não concordavam, e muitas ainda não concordam, com a posição do movimento de prostitutas que diz respeito a  autonomia e a profissão digna. Vocês não imaginam como é importante para nós ter uma organização como a Agende que teve a sensibilidade de perceber que somos um movimento organizado, somos mulheres e que queremos participar de todas as imensas lutas das mulheres e contribuir com a nossa visão de mundo, desvendando as alegrias e dificuldades de nossas vidas.

Um feliz Natal para toda a equipe e que o ano de 2007 seja um ano de amor. Abraços e beijos com muito carinho”
Gabriela Leite
Davida e Rede Brasileira de Prostitutas

 

 

 

“Caras companheiras,

“Viver a imagem da violência é sempre chocante, mas é recompensador sentir a esperança em cada olhar e, de alguma forma, participar da reconstrução de tantas vidas. Sinto-me emocionada em poder ser agente de mudança para um mudo melhor.”
Amini Haddad Campos - Juíza de Direito - 1a Vara Especializada no Combate à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher - TJ/MT.

 

 

 

“16 Dias de Ativismo pode parecer muito (e é mesmo para aquelas e aqueles que organizam atividades durante esse período), entretanto, considerando os números e relatos de violência contra a mulher que nos chegam, ainda é pouco. É preciso continuar. Assumir essa luta cotidianamente. Entre tantas coisas que temos pra fazer, penso que uma das principais é “fazer valer” a Lei Maria da Penha.”
Maraísa de Fátima Almeida

Socióloga e Assessora Técnica da Campanha

 

 

 

“Aos 15 anos meu filho apaixonou-se por uma colega de escola, que vivia em meio a agressões e ameaças graves na família, o que eu descobri quando ele me disse: mãe você pensa que as famílias são todas assim, que os pais conversam com o filho, que não tem brigas de bater um no outro? Eu vivo numa ilha da fantasia.

Se viver sem violência é uma fantasia, eu quero manter viva esta fantasia e trabalhar para que ela seja também a de muitas outras pessoas.
 

Para mim, a Campanha dos 16 dias de Ativismo é um chamado à fantasia coletiva, é um estímulo para pensarmos um futuro pelo qual vale a pena lutar, no qual a violência possa dar lugar a igualdade, onde homens e mulheres se relacionem como pessoas que ao mesmo tempo possam comandar sem serem comandadas.
 

A AGENDE merece parabéns por todo o esforço que tem feito para manter a chama desta Campanha entre nós.”
Elcylene Leocádio

Médica sanitarista e consultora da AGENDE

 

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